A crise econômica de 2009 surtiu graves conseqüências para a Chrysler. A marca norte-americana só não foi à falência devido a intervenções governamentais, que resultaram em generosos empréstimos financeiros. Posteriormente, a empresa teve parte do capital acionário transferido para o grupo Fiat, que ficou responsável por quitar a dívida.

Agora, depois de quase dois anos, o acordo foi saldado: nada menos que US$ 5,9 bilhões foram depositados nos cofres públicos de Estados Unidos, enquanto US$ 1,7 bilhão foi destinado ao Canadá. O valor total da negociação foi de US$ 7,6 bilhões, sendo que o pagamento de juros consumiu US$ 1,8 bilhão do montante.

Parte do dinheiro virá de um novo empréstimo, concedido por quatro instituições financeiras. O restante é fruto da transferência de mais 16% de  ações para a Fiat. Assim sendo, a participação saltou de 30% para 46%. A empresa italiana poderá se tornar majoritária já no fim de 2011, quando poderá deter 51% do capital da parceira. Até o fim de 2016, esse percentual poderá subir para 70% (veja ).

Foto | United Pictures

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